quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

«Mais de 11 mil pessoas contra abate do cão que matou criança em Beja». Os amigos são para as ocasiões



 

19 comentários:

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  2. Apetece-me dizer 11 mil barbaridades acerca dessas criaturas.

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    1. Isabel, desculpa mas não compreendo este amor incondicional a animais, mais ainda a cães de raças comprovadamente perigosas.
      São inúmeros os casos de ataques semelhantes.
      Acho absolutamente extraordinário o argumento dos peticionários em que é dito que “um cão que nunca fez mal durante oito anos e atacou é porque teve algum motivo”! Um bebé de 18 meses deve ser um verdadeira ameaça para um cão cruzado de pitbull!

      Espero que o cão seja abatido para não voltar a atacar quem quer que seja e que o dono, pelos vistos familiar da criança, seja responsabilizado.

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    3. Hesseherre, não tenho uma opinião definitiva em relação à pena de morte.

      Por um lado temo os erros dos tribunais, por outro sinto alguma revolta em saber que crimes horrendos, confessados, comprovados, são penalizados com estadias, mais ou menos prolongadas, na prisão.
      Em última análise prefiro um culpado vivo a um inocente morto.


      De uma coisa estou segura: mataria um animal se disso dependesse uma vida humana mas nunca o contrário.

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  4. «Segundo informações apuradas pela Lusa, Jacinto Janeiro já tinha sido atacado pelo menos duas vezes pelo cão, tendo recebido assistência médica.» O dono.

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    1. Não cheguei a essa parte.Fiquei pelo caminho.Agoniada.

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    1. Eu não gosto de animais em abstracto. Gosto de alguns animais.

      Quando não consigo evitar a situação que é a entrada de uma mosca em casa, borrifo-a com insecticida, abato-a. E faço o mesmo às formigas, por exemplo.
      Com aranhas e baratas, fico entre o nojo e o pânico.

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  6. Tenho pena, Margarida. Tenho muita pena. Tenho pena que sinta isso. Tenho pena que não perceba que quem domesticou os animais foi o Homem, quem os meteu em casa foi o Homem...

    Se a criança tivesse agarrado numa faca e se tivesse cortado com ela, pois estava sozinha, o que faria a Margarida? Queimaria todas as facas?...

    Respeito que pense assim, mas tenho pena.

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    1. naNonima, em primeiro lugar comparar, como faz, coisas incomparáveis, redunda no enfraquecimento da argumentação.

      Suponho que o seu exemplo absurdo quer colocar o ónus no ser humano. A culpa é, de resto, evidente, contudo isso não significa que esses animais não devam ser abatidos sempre que representem perigo, facto, aliás, frequente. São duas coisas diferentes, que neste caso, infelizmente, estiveram ligadas.

      Por fim, rejeito liminarmente todas "as penas" que sente em relação às minhas opiniões.
      É de muito mau gosto, para não dizer outra coisa, apresentar a sua argumentação embalada nesse tom falsamente complacente.

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    2. Se a retórica nos levasse a algum lado, os políticos eram heróis. Poupe-me o palavreado. O respeito pelas opiniões quer-se mútuo.

      Por respeito ao Blogue, fico por aqui.

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    3. :))))))
      Está tão baralhada, a nAnonima...
      Foi a nAnonima que comentou, cheia de "penas", a minha opinião e não o contrário.

      Passe bem.

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    4. porque não consigo sentir mais nada pelas suas opiniões. tenho pena que não consiga ver as coisas de outra maneira. não tenho pena de si, mas da sua opinião, que me parece muito mal formada. tem cães? tem cães pp's? conhece as leis? sabe das responsabilidades que o dono tem de assumir? é útil sabermos um pouco mais sobre os assuntos, e acima de tudo, respeitar os outros, e nos outros, incluo os animais não humanos, sejam moscas, formigas, cães ou cavalos.



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  7. Exactamente por não se poder pôr a vida do cão e a do ser humano no mesmo nível de consciência que o animal não deve ser responsabilizado, nem abatido. O nível, o patamar de responsabilização do acto pertence à esfera do humano, não do canino. O cão, quando muito, cumpriu-se. Animais e raças como esta, que até foram criadas por homens através de cruzamentos genéticos, precisam de treino e espaço. Mais, está provado que há raças de cães mais pequenos como o Chihuahua,que são bem mais violentos que muitas raças de grande porte. Obviamente que nunca se ouvem "estas" histórias porque os animais são demasiado pequenos para causarem tais danos e nem sequer é assunto tão mediático.
    Não sou uma “dog person” e sinto muito respeito por cães possantes e de grande porte. Mas sei que o primeiro e principal problema comportamental da esmagadora maioria dos cães tem um nome: dono. E por coincidência, apesar de ter todas as provas de ser um animal dócil, Jacinto Pinto, o avô, confessou que estava “desejando” que o animal fosse abatido e que “há uma ano e tal” tinha ido à AMALGA (N.A. vulgo canil municipal) para o tentar abater, porque “não tinha condições para ter o cão em casa”. Palavras para quê…?
    Tudo isto é lamentável: a morte da criança, o abate do cão, a conversa do avô...
    Mas que nos sirva para pensarmos nos assuntos, discuti-los e preveni-los.
    (Mas acho que sem dúvida, o Antropocentrismo continuas em alta... e está na altura de ser desmontado).

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