quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A origem da expressão: "um que vale por dois"



Waclaw Wantuch

16 comentários:

  1. Anónimo17:43

    Também, sim senhor. O jogo de sombras salva-a, a foto, da vulgaridade. Fantástico!

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    1. Eu nunca vira um par de alcatras (glúteos na linguagem leiga) tão apetitosas.

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  2. margarida, o que salva a foto da vulgaridade é a analidade.

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    1. Anónimo18:10

      Não me apetecia nada ver uma abordagem naturalista do orifício anal.

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    2. Além disto Zé, há que levar em compta a mãonalidade...

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    1. Anónimo18:00

      Isabel, deixa-me ser, por um segundo uma grammar nazi: tira o acento do cu!

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    2. E depois assenta-se onde?

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    3. Anónimo18:03

      e falta-me uma vírgula depois de "segundo". Até as nazis são humanas!

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  4. Este comentário foi removido pelo autor.

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    1. Anónimo19:32

      Eu é que estava a ser uma nazi da gramática, uma exigente, uma chata.
      Na realidade, cu não tem acento.

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    2. Estás a confundir assentuado (acentuado) com assexuado!
      Só o anãozinhe é que se senta com o dedo enfiado no cu (dele mesmo)

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  5. Quanto ao salvo seja, sua excelência, o anãozinho, ficas a saber que me sento no chão sem qualquer problema. Que nunca te apoquente o lugar onde me sento!

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  6. O "receio" que te sentes mal é enorme.

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  7. Compreendo o teu "receio enorme".Não é para menos, anãozinho, não é para menos... Vou ter isso em consideração! Tentarei sentar-me o melhor que possa. Olha, já sei! Num dos cantinhos daquele quarto onde está o gato!

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