sábado, 28 de março de 2015

Sebastião Salgado


«Nas paisagens deste trabalho, está muitas vezes perto do céu, a ver de cima para baixo. Não receia que estas fotografias pareçam captadas por um gigante para os anões verem? Não receia perder o pé da terra, o contacto directo?
 
Mas eu fui ver a terra. Caminhei muito, muito. [...] A partir de um momento era parte daquele todo. Quis muito olhar o todo. Fui o anão e o gigante* ao mesmo tempo, porque eu também sou natureza

[...]».
in Público|Ípsilon, 27.Mar.2015
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*Mesmo assim, nada que mude a opinião: «O Salgado teve o seu momento, agora é um mercador. Uma estrela pop. Viaja com uma equipa de assistentes. Vive em Paris. Usa o Adobe Lightroom em excesso. Não o culpa por isso, vive o tempo dele e vai morrer de barriga cheia.»

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