Virtudes e pecados, dor e prazer, temas banais. O seu e o seu contrário. Depois veremos melhor.
sábado, 20 de fevereiro de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Do arquivo morto. Tenho agora de escrever sobre Picasso, enquanto você, musa, se despe no meu quarto
Eventualmente (acontece a todas uma vez na vida, uma vez por ano ou de quando em vez) perdes o que amas, desejas, ou consideras teu (algo, alguém, o teu caminho, seja o que for: o quid não é importante). E ficas prostrada, chorando, pontapeando e esmurrando o soalho. É o que fazem as crianças adultas com idade superior a vinte anos. Mais tarde, não importa quanto tempo depois, ainda estás deitada no chão, esmurrando o soalho, chorando e a pensar: «Eu estou deitada no chão, esmurrando o soalho, chorando.» O ridículo da situação que se apresenta é este: já sabias, com o instinto apurado das velhas do Sião, que tudo iria suceder exactamente assim. Pior, enquanto estás deitada no chão notas, com grande acuidade, mesmo que a isso os olhos não ajudem, que a união entre o rodapé e a parede está mal pintada. E o teu choro redobra.
domingo, 14 de fevereiro de 2016
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