sábado, 7 de fevereiro de 2015

Bill Perlmutter


Watching the Sea, Portugal, 1956

...


O rio passa, passa
e nunca cessa.
O vento passa, passa
e nunca cessa.
A vida passa:
nunca regressa.

América, Aztecas
Poemas Ameríndios – poemas mudados para português por Herberto Helder

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Bill Perlmutter


Waiting for the Weather to Clear, 1956, Portugal

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Dicionário ideográfico. Do amor: entrada #1


Ah!... o amor, sempre igual, sempre diferente, como a onda que abraça a falésia.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Diálogo do amor surdo


   «Cê vem?»
   ...
   «Venha. Tou pedindo. Tou no sério.»
   ...
   «Não faz isso não.»
   ...
   «Venha. Depois a gente vê: sai di carro, briga ou fodji. O que ocê quiser. Mas venha.»

Dicionário ideográfico. Da obscenidade: entrada #1


A obscenidade também conforma desespero.