Virtudes e pecados, dor e prazer, temas banais. O seu e o seu contrário. Depois veremos melhor.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Leitura (quase) diária #7
Ainda nos anos trinta do século passado foi inventado um robô que produzia enredos ou situações ficcionais, baseado nos mesmos princípios da Plot Wheel. Tem todo o aspecto de mania da época, um modismo que não parece ter tido grande sucesso comercial. Mas já se anunciam, nos nossos dias, programas de computador aptos para esse desafio. Porque não? Se calhar é mais fácil para as máquinas que vencer o campeão do mundo de xadrez, embora mais difícil que a beleza jamais superada duma «partida imortal».
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
terça-feira, 23 de dezembro de 2014
Como são fabricados os empreendedores, milagreiros do sucesso, no jornalismo de "negócios"?
Atraindo o dinheiro, aparentando ter bastante.
«Hoje em dia só vejo aldrabões à nossa volta.» (Ricardo Salgado)
Joe Cocker (1944-2014)
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
A vida normal de dois sem-abrigo*
Assistimos ao enobrecer da pobreza. Tempos virão em que, a par do empreendedor, da estilista, do industrial do calçado ou têxteis, e do magnata da distribuição, nas cerimónias do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, aquele que ocupar a cadeira de Belém vai condecorar um emérito e distinto pobre.
P. José Tolentino Mendonça, poeta ilustre, vice-reitor da Universidade Católica, que formou a horda dos que hoje são banqueiros, economistas, gestores e assessores governamentais, diz: «a pobreza é uma coisa chata de viver.»
Digo eu rebarbativo: normal, o cacete; chata, os cornos.
E não, não estou a dizer que se varra para debaixo do tapete - exactamente o oposto, a banalização da miséria a todos deve repugnar.
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*in Público
domingo, 21 de dezembro de 2014
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