sexta-feira, 6 de maio de 2011

Amores profundos de uma só noite - salvaguarda legal - o documento indispensável em qualquer pochette





DECLARAÇÃO UNILATERAL


___________________________, o Declarante, abaixo assinado, titular do Cartão de Cidadão, cuja cópia se anexa, agrafada e rubricada, declara renunciar a todas as expectativas de amizade, compromisso, casamento e estados de quase gravidez, contra a prestação de uma (1) noite de sexo, entusiástico, imaginativo, vigoroso, quase selvagem, livre e descomprometido - momentos intercalares de ternura são permitidos - adiante designada por Actividade.

1.º
O Declarante obriga-se a, por motivo da Actividade, ou de sua iniciativa:
a) não voltar ao local onde foi exercida e consumada a  Actividade; 
b) não contactar a beneficiária por nenhum meio, incluindo, mas não exclusivamente, carta, telefone, SMS, correio electrónico, sinais de fumo, rufar de tambores ou piscadela de olho;
c) não assediar, vexar, embaraçar ou elogiar a Beneficiária, sem qualquer excepção de modo, tempo ou lugar;
d) nunca em circunstância alguma informar terceiros, ex ante ou ex post, de modo expresso ou tácito, sobre a existência da Actividade.

2.º
O Declarante renuncia ao direito de espalhar rumores ou alcunhas, pejorativas ou carinhosas, lançar olhares lúbricos, reprovadores, ou de simples comiseração, tratando sempre e em todas as ocasiões, a Beneficiária, com o respeito e o desdém devido a uma estranha. 

3.º
A Beneficiária poderá contudo ser cumprimentada com um «olá», de tom neutro se, passar no interior de uma circunferência, com dez metros de raio, centrada no umbigo do Declarante.

4.º
Antes, durante e após a conclusão, final ou acabamentos da Actividade, o Declarante compromete-se também a, não abandonar ou ocultar, na residência da Beneficiária, ou no local da Actividade, se diverso, roupa interior; caneta; telefone móvel; chaves ou bugigangas insignificantes - ainda que “oh-tão-importantes” - com o único propósito de retornar ao local e assim violar a cláusula de incomunicabilidade da alínea b) supra.

5.º
Obriga-se ainda o Declarante, a nunca, em qualquer circunstância e por qualquer motivo, antes, durante ou após a Actividade e, excepto solicitação, expressa ou tácita:
a) utilizar calão, termos vernaculares, ou expressões pertencentes a espécies ou famílias do mundo animal;
b) referir a Beneficiária por outros nomes ou alcunhas;
c) mencionar intencional ou “acidentalmente” o nome de anteriores parceiras, ou entrar em reminiscências sobre quem usava idêntica lingerie, perfume, fita de cabelo, roupão ou máscara para dormir;
d) comprometer a integridade física ou a aparência da Beneficiária, com posições acrobáticas, “tau-tau”, beliscões, arranhões, “chupões” ou outros actos que produzam marcas físicas.
 

6.º
Sem prejuízo do estipulado na alínea a), da cláusula anterior, o Declarante poderá soltar grunhidos de aprovação, ruídos guturais, gemidos de satisfação ou interjeições e onomatopeias que incentivem, quer a mudança de ritmo da Beneficiária, quer a continuação da Actividade.

7.º
O Declarante não poderá permanecer, no local da Actividade, mais do que uma hora, após esta ser considerada findada por ambas as partes envolvidas, excepto se convidado. Terá no entanto direito a pausas para descanso, nunca inferiores a quinze minutos, no caso da Actividade envolver a prática de mais do que um acto maior, do mesmo género e espécie.

8.º
Fica vedada ao Declarante qualquer comentário ou comparação, sobre a eventual falta de atributos físicos, fragilidades e desempenho da Beneficiária.

9.º
O Declarante compromete-se, a pagar em numerário, metade de todas as despesas de lavandaria, contra a apresentação de factura, no prazo de oito dias após consumação da Actividade.


Mais declara o signatário possuir mente sã em corpo são (pelos padrões dos anões da Macedónia - embora suspeite de fígado gordo).


Assinam:

O Declarante,


A Beneficiária e Aceitante,


___/___/___   ___h___m

Fera celebrada

 
A imprensa desanca-o, ele sobe nas sondagens. A oposição ladra, a caravana passa. José Sócrates, não é um idiota completo, ainda faltam algumas partes.

Zut alors

«Pessoalmente nada sei de sexo, estive casada toda a minha vida.»
- Zsa Zsa Gabor, actriz americana (1917-), casou nove vezes, divorciou-se sete, um casamento foi anulado, o último, de 1986, ainda resiste

Entregar os pontos

Um homem sábio irá persuadir-te com a lógica dos seus argumentos, poderá inclusivamente alargar os teus horizontes. Uma mulher bela nunca carece de razões, por ela desistes voluntariamente de pensar.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Fotografia do século XX - Michel Gravel, Montreal, 1968





Fotografia do século XX - André Kertész, Tulipa melancólica, 1939




E=mc2

O pensamento dele, tão rápido quanto a luz, nunca se aventurava além do meio das pernas. Próprias ou alheias. Este romance não andava.

Plano Nacional de Leitura

Os livros e a leitura curam a estupidez como os espelhos saram as cataratas.

Mulheres que foram atingidas por mísseis cruzeiro; o horror! o drama! o peso da tragédia!












quarta-feira, 4 de maio de 2011

José Sócrates

Não obstante não ter nada para dizer, nem por isso ficou calado.

O memorando da troika impõe a reciclagem, incluindo amizades e amores, estima-se que a poupança pode chegar aos 20% do PIB




Verdades esquecidas

«The essence of marketing is about a blow job.  Promise a guy a blow job and you can sell him anything.»  
- Frank Zappa

Me, Myself & I (Second round)

Pensei e não obtive resposta. Qual o motivo deste meu convite? O encontro foi uma piada, falou, falou e falou. Finalmente disse: «já chega de mim, agora é a tua vez, achas que estou muito diferente?»

Ao segundo encontro



Tudo o que desejava igual estava diferente e tudo o que desejava diferente estava igual.

Por este motivo não se deve regressar ao local do crime?

«Morde aqui a ver se eu deixo»


Na mesa do lado. Ambos adultos. Ambos com mais de trinta anos. Ambos vivendo com os pais.

Ela queixava-se, dizia não saber o que era dormir mais que cinco horas por noite. Desconhecia o motivo. E ele que sim; que sabia, era o stress.

Ela passou aos dentes. Não tinha cáries, nem tártaro, não fumava; usava pasta dentífrica contra a placa bacteriana. Ele, também que não, não, não e sim. Ela, que o aparelho de correcção, com almofadinhas coloridas, individuais, era um gosto, uma beleza. Que o aparelho também mais aquilo. Ele, isso tudo e mais; que devido à configuração protuberante do seu maxilar, a queixada, o apetrecho dele era especial, não podia usar o modelo fixo, e mais aqueloutro; que teve dores assim e tomou comprimidos assado, que o dentista disse isto e mais aquilo. E continuaram.

Não volto a consumir água da rede de abastecimento público. É a única explicação.  

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Misoginia divertida #7 ( e fim, está esgotado o tema)

«As mulheres nunca perdoaram aos homens o facto de elas precisarem de um motivo para o sexo e nós apenas de um local.»

Um exclusivo quase mundial: No casamento real William and Kate cut the cake, por Alison Jackson



Misoginia divertida #6

Propalar que as mulheres não sabem ler mapas é um erro, a sua dificuldade (delas), reside apenas no entendimento do conceito de escala.

Misoginia divertida #5

Por algum motivo o cavalheirismo morreu: mulheres!

Esta noite na SIC, num qualquer filme de mafiosos, um caso de dupla personalidade

«Ele - Sabes que sempre te amei Bella.
Ela - Pois, uma pena que a tua pila não o soubesse!»

domingo, 1 de maio de 2011

Peso Pesado

Helmut Newton, Two pairs of legs in black




Misoginia divertida #4

No que respeita a homens, as mulheres têm mais dificuldades em fazer a coisa certa que, a explicar porque não a fizeram.

Misoginia divertida #3

As mulheres são as maiores optimistas do mundo, acreditam sempre que um homem vai fazer merda.

Misoginia divertida #2

Divórcio, s. m. do latim divortiu, extracção do orgulho masculino através dos órgãos genitais.

Misoginia divertida #1

Distinguir quando uma mulher ri de nós ou para nós: se no fim passar a língua pelos lábios é porque soube a pato!

"Silva Pereira e Eduardo Catroga trocam acusações"

"Prestes a chegar à fase decisiva das negociações com a troika, Governo e PSD dão mostras de não se conseguirem entender. "O PSD impede que o país fale a uma só voz", diz Pedro Silva Pereira. "O Governo de José Sócrates devia ir a tribunal", acusa Eduardo Catroga." 

 

Assistimos a uma guerra entre dois exércitos de ignorantes.