[...] Justo. Um quarto de hospital, higiénico, todo branco, [moderno e tranquilo;
Em Paris, é preferível, por causa da legenda...
De aqui a vinte anos a minha literatura talvez se [entenda;
E depois estar maluquinho em Paris fica bem, tem [certo estilo...
Quanto a ti, meu amor, podes vir às quintas-feiras,
Se quiseres ser gentil, perguntar como eu estou. Agora no meu quarto é que tu não entras, mesmo com [as melhores maneiras...
Nada a fazer, minha rica. O menino
dorme. Tudo o [mais acabou. Últimos Poemas, Paris, Novembro 1915