Virtudes e pecados, dor e prazer, temas banais. O seu e o seu contrário. Depois veremos melhor.
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Tchuva já vêo?/Já vêo si siô [...] Té o ribeirão seco como mulher vazia/se abriu gostosamente ao ribeirinho entumescente
Herdar é a via menos suspeita de enriquecer, a menos esforçada, a mais isenta de impostos, a que mais cedo desperta volúpias femininas.
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Paixões inteligentes?
Não conheço, mas sei de promiscuidades cuidadosamente reguladas em convenções antenupciais.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
O teu corpo a estremecer comigo
Quanto menos de ti conhecer mais natural será o primeiro gesto de afecto.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Escravo da razão
Como se fosse um elogio: "quem te ouve não te leva preso, tens muito patois." Supostamente, argumentar livre de cansaço, convencer, e "ter resposta para tudo" merece louvor. Mas há ali crítica dissimulada, referência a excessos retóricos, discurso político, eloquente mas vazio, recheado de vocabulário mas despojado de ideais.
Mal sabia, quem o disse, que patois é dialecto crioulo, de escravo para escravo, usado para ocultar, ao amo, senhor e dono, o clarão de um entendimento acorrentado.
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