Virtudes e pecados, dor e prazer, temas banais. O seu e o seu contrário. Depois veremos melhor.
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Leopold
comprar um tinto velho, caríssimo, no supermercado, abrir, verificar que está "passado", rasgar um sorriso e proferir: «este é um óptimo "madeira"»
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
domingo, 23 de dezembro de 2012
Mash-Up em Árvore de Natal
Depois do rendimento vão querer roubar-me a libido. Tenho amor para depositar, mas, vou esperar e ver se o Euro acaba. Antes de chamarem filho da puta a qualquer político, devem saber, se a mãe cobra, ou se o faz por amor. Quando Portugal pagar a dívida, os que sobreviverem, serão antiguidades genuínas. O direito ao salário e os surdos governamentais. Governo reduz escalões nos impostos: os portugueses estão a encolher. O próximo Otelo Saraiva de Carvalho será alguém que não teve reembolso no IRS. A imbecilidade é a mãe de todos os défices. Com o Galamba a ser apontado como um politico com futuro brilhante sinto um enorme incentivo à emigração. Passos Coelho: «Ainda tenho esperança de resolver isto.» Ninguém lhe explicou a diferença entre e seppuku. Numa escala de um a mentiroso, quando fica o Passos Coelho careca? Surpreende-me tanto Passos Coelho não cumprir promessas como o Malato celebrar datas especiais em tronco nu e calças de cabedal. As intenções são boas: portugueses a viverem como imperadores romanos: sem água, luz, telefone, gás, internet e tv por cabo. «Freitas do Amaral defende imposto para ricos», a seguir vem Mota Amaral revelar que é praticante de nudismo. Por cada boa ideia existe um óptimo programa governamental que se opõe. Quando se trata de licenciaturas todos os políticos são do mesmo partido. Os membros do governo já usam cinto de segurança. Na retrete. As águas estão revoltas.
Boas Festas
Eis uma população com fome, uma turma empresarial, estrangeirada, corrupta ou dizimada, uma classe política autista e ausente, uma Igreja do outro mundo e, somado a tudo isto, o mais incompetente dos governos. Este é o Natal que temos.
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