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| Illusions, 2011 |
Virtudes e pecados, dor e prazer, temas banais. O seu e o seu contrário. Depois veremos melhor.
sábado, 29 de setembro de 2012
Ainda espasmos de seda
Se é para perder não, não no xadrez sentimental, e então sim, então depois, entrego-me vencido, ofereço-me sem resistência, ao jogo sensual.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
William Gibson
Não temos ideia, agora, do quê, ou de quem possa habitar o nosso futuro. Nesse sentido não temos futuro. Não no sentido em que os nossos avós tiveram um futuro, ou pensaram que o tinham. Futuros culturais imaginados em que o luxo de outro dia, um em que o "agora" durasse mais. Para nós, com certeza, as coisas podem mudar tão abruptamente, tão violentamente, e tão profundamente que, futuros como os dos nossos avós possuem um insuficiente "agora" para se manterem. Não temos futuro porque o nosso presente é demasiado volátil. [...] Apenas temos a gestão do risco. A fiação dos cenários dados no momento. O reconhecimento de padrões.
- Pattern Recognition
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
«Pai, afasta de mim este cálice»
Quantas vezes sentes nas tripas que vai ser assim? Que será sempre assim antes de ser outra coisa? Quantas vezes desistes antes de começar - por uma palavra, um déjà-vu, ou apenas medo? Quantas vezes?
Sempre que o corpo permite a ideia,
procuro a insatisfação dos prazeres frustrados, a satisfação cumprida é para os débeis.
domingo, 23 de setembro de 2012
O mundo ao nível subatómico seguido de verdades universais #16
«Amar (devia ser) como entrar no oceano e sair (molhado, mas inteiro).»
- Hugo V., Confissões Involuntárias, 2010, Edição de Autor
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